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Provas desperdiçadas

PROVAS DESPERDIÇADAS

 

Boa parte dos competidores de tambor passa anos desperdiçando potencial e dinheiro.

Como sei disso?

Conheci e conheço vários assim. Pessoas incríveis, que fazem de tudo por seus cavalos e pelo tambor. Não se importam em perder saídas com amigos, nem trocar o conforto pelo pó ou barro. Realmente fazem o que amam.

Treinam insistentemente, na busca por melhorias nas passadas, mas sempre existe um problema que não conseguem resolver. E chega o dia da prova, quando deveriam sair felizes da pista por ter valido a pena tanto empenho, o problema surge novamente com toda a força.

O resultado disso é uma constatação triste: desânimo, perda de confiança e abandono dos sonhos.

Amam o que fazem, mas sentimentos negativos começam a rondar esse grande sonho.

 

Isso soa familiar?

 

A maioria das pessoas ainda pensa em prova equestre como um esporte onde o atleta é o cavalo. Existem técnicas e buscas para aumentar a performance e resolver problemas dos cavalos. Mas toda ação, correta ou não, que executamos na prova trás consequências boas ou ruins para o conjunto, certo? Então, não deveríamos pensar também em aprender técnicas para melhorar os cavaleiros?

Você sabe realmente como largar direto para a entrada do tambor (ou sabe onde é essa entrada)?

Consegue levar seu cavalo alinhado até o segundo tambor e virar somente no momento certo?

É capaz de entrar forte nos giros, com segurança e determinação?

Consegue tocar de verdade, com foco no percurso e ciente de tudo o que deve fazer?

Quando dizem para sentar na sela, consegue de fato encontrar esse assento?

Sei que a culpa não é sua, porque a cultura do tambor por aqui ainda tem esforços totalmente dirigidos somente aos cavalos. Enquanto em outros países os atletas equestres tem o mesmo suporte que qualquer atleta de outras modalidades. Os cavaleiros são treinados para serem competidores equestres.

Por aqui parece que basta ficar em cima da sela e tocar pra frente. Mas sabemos que não é bem assim.

Quando nos deparamos com dificuldades que não conseguimos superar e ficamos meses (e depois anos) tentando nos corrigir ou pensando que a culpa é do cavalo, acabamos perdendo um tempo precioso.

E tão ruim quanto perder tempo é perder a confiança em nossa capacidade.

E tudo isso não tem nada a ver com capacidade, acredite!

Tem a ver com falta de informação e falta de acesso a essas técnicas para desenvolver cavaleiros.

E quem sou eu para falar isso?

Vou me apresentar

Olá meu nome é Claudia Ono e  treino competidores para três tambores

.

Passei os últimos 10 anos estudando e testando métodos para melhorar e corrigir meus problemas no tambor e, depois, apliquei em muitos competidores que chegaram com problemas aparentemente sem solução, mas que foram resolvidos com a aplicação dos passos exatos.

Sim, digo passos exatos porque de nada adianta ficar anos tentando resolver um problema sem a técnica correta. E, não menos importante, sem a didática para fazer você entender como se aplica.

 

Acredite, cheguei a entregar as rédeas do meu cavalo para a minha irmã. Estava desistindo de correr o tambor, o que praticamente me tirou o chão; o tambor é minha paixão.

Depois disso, tive muitas alunas que me procuraram totalmente desacreditadas, como última tentativa para corrigir seus problemas nas provas.

Tanto no meu caso como, posteriormente, no delas, consegui mostrar o caminho para acertar as passadas nos tambores, criar segurança e firmeza, conquistar foco, imprimir velocidade e construir um conjunto consistente e sincronizado.

Existe uma base para iniciar esse processo e quero mostrar a você para que experimente a sensação de vitória ao sentir a sua melhora no tambor.

Cadastre-se na barra que está no topo da página e receba as soluções para as 3 maiores dificuldades do tambor.

Quero ver você dando seus primeiros passos para melhorar como competidor!

 

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