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O tambor é para poucos, a maioria não nasceu para isso…

Três tambores é aparentemente muito simples.

 

A história de que o tambor é para poucos e que muitos não nasceram com talento é repetida à exaustão. Quando o competidor esbarra em obstáculos logo questiona o seu talento.

Quando assistimos aos resultados sensacionais de grandes competidores parece que tudo aconteceu do dia para a noite e que para esse grupo tudo foi fácil demais. E quem disse que foi assim?

É bem provável que não passem por tantas crises e questionamentos, porque algumas pessoas são dotadas de maior inteligência emocional e da capacidade de aproveitar cada instante de forma preciosa, tirando o máximo proveito de tudo. Então, o resultado vem mais rápido e bombástico!

 

Você gasta horas treinando e sua prova não evolui?

 

Pode ter certeza de que há algo errado.

Não é seu cavalo, não é sua sela, não é seu treinador, não é a pista diferente; é você.

Afinal, quem dirige melhor, um senhor acima dos 80 anos com milhares de horas de volante ou seu amigo de 25 anos que dá um baile nas curvas? Sabe por que?

Porque não são as horas de volante que contam. Não adianta sentar no banco do carro e passear. A diferença está em como esse senhor e o seu amigo fazem isso, com que predisposição se sentam ao volante. Um sem pretensão a algo mais e outro pretendendo ser um ótimo motorista.

É claro que se a pretensão for competir, ser profissional, será preciso um apoio técnico e outros investimentos. Mas a questão da predisposição sempre será a divisória entre o resultado mediano e o resultado excepcional.

Isso se aplica a qualquer coisa que você queira fazer na vida: desenhar, escrever, toda área profissional e toda modalidade esportiva.

 

Mais qualidade não tem nada a ver com mais tempo de treino.

 

O competidor que evolui, aproveita cada minuto do seu treino para melhorar algo. Ele realmente deseja ser melhor. Não compete com os outros, compete consigo mesmo. Quer ser melhor do que era há uma semana, há um dia, há uma hora atrás.

E esse processo envolve autoconhecimento, análise dos seus pontos fortes e fracos e uma busca incessante pelo próximo nível.

E se você pensa que o mais importante são os pontos fortes, engana-se. Conhecer as fragilidades e dificuldades, olhar para elas de frente e partir para cima requer força, resiliência e um processo mental onde a frustração e o desânimo não tem lugar.

Para aumentar seu desempenho como competidor não basta montar e passar dezenas de vezes no percurso. Muitas vezes o segredo do seu sucesso começa em compreender em que ponto você está e o que pode fazer para melhorar. E melhorar exige alguns passos, na maioria das vezes fora do percurso.

Planejar suas batalhas também faz parte do processo. Delinear seu trajeto, quais os objetivos que pretende alcançar até chegar no seu objetivo maior. Tentar vencer a guerra em uma batalha pode se tornar muito frustrante, porque dificilmente conseguirá. Eleja seus passos para percorrer o caminho esperado.

 

Então, o tambor é para poucos?

 

Sim e não, depende do limite de cada um. Lembrando que o limite somos nós mesmos quem criamos.

Deseje ser mediano e seu desejo se realizará.

Acredite ser grande e seu objetivo será alcançado.

 

It’s up to you!

 

Execute um trabalho com pensamento e objetivos medianos ou tenha sede por derrubar suas próprias barreiras e, passo a passo, ser cada vez melhor.

Isso é o que separa a brincadeira do jogo de verdade, pra valer.

No final, somos nós mesmos quem escolhemos o que queremos ser, onde desejamos estar e em que condições.

Para ter excelência é preciso trabalhar cada passo focado nisso. É preciso dar a cara a tapa e descobrir nossas dificuldades e falhas. E nunca ter medo disso.

E aí, o tambor é para poucos ou você deseja ultrapassar suas barreiras?

 

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Comment 1

  1. Cherry 10 de março de 2018

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