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Competidor Extraordinário – a “real” sobre as chances de sucesso

O desejo de se tornar um competidor extraordinário pode não fazer parte de você.

Mas certamente você deseja (e muito) entrar na pista confiante e com foco total.

Minha teoria é bem simples, sou bastante prática: objetivos “bons” servem para atingir resultados médios.

Foque no excelente e verá como seu cérebro e seu corpo responderão!

 

Você é seu maior rival!

 

Competidor contra os outros, olhando para os lados, preocupando-se com a vizinhança, não gera resultados.

O grande atleta, o que almeja a excelência, compete diariamente consigo mesmo.

Hoje ele tenta ser melhor do que ontem.

Amanhã estará melhor do que hoje.

Ainda que em pequeno grau, mas será uma evolução crescente, até atingir meu ápice.

E ainda assim não estará satisfeito. Sempre desejará mais. Isso é motivação, é a busca pela alta performance.

Se tornar um competidor extraordinário exige uma força extraordinária. Interna, emocional, física.

 

Qual a certeza do sucesso?

 

Há chances de sucesso, mas a certeza só você poderá ter.

Depende do seu esforço, da sua capacidade de abrir a mente para o novo. E, principalmente, da sua determinação e busca pelo melhor de você mesmo.

Sim! Porque qualquer resultado depende exclusivamente de nós mesmos.

Quer um exemplo?

Academia + nutrição adequada emagrecem ou não? Sim, faz perder peso e ganhar músculos.

Mas isso quer dizer que todas as pessoas que compram o pacote da academia e pagam uma nutricionista perdem peso? NÃO!

A maioria paga 6 meses de academia e não leva adiante. Ou vai um dia, depois deixa de ir por 10 dias, até deixar de ir de vez.

E fazer exercícios e se alimentar corretamente funciona, dá resultado. Mas apenas para quem leva a sério.

Entendeu?

É a mesma coisa com relação a se tornar um competidor extraordinário. Se você se aplica, dá certo, funciona. E se não levar a sério, não vai funcionar.

 

As dicas nada milagrosas

 

Como em todos os esportes, no tambor você precisa melhorar sempre as suas habilidades para obter maior resultado.

Quanto mais você evolui, mais resultado obtém.

Alguns passos são essenciais para se tornar um atleta de ponta. Aqui vão eles, em ordem crescente:

  1. Seja capaz de montar e correr junto de seu cavalo (e não atrás dele)
  2. Conheça os “porquês” – Como seu cavalo executa manobras, qual a forma mais fácil para ele e porquê. O que você pode fazer para ajudar, o que pode atrapalhar e porquê.
  3. Faça da ação do seu cavalo a extensão de você mesmo.
  4. Esteja motivado sempre! Para frente e para cima.
  5. Domine o nervosismo e encontre o seu foco.
  6. E, então, baixe o seu tempo.

 

E acredite, existe um mundo a ser explorado no seu conjunto.

Porque no tambor a diferença entre os 10 melhores tempos é muito pequena. Ali, milésimos de segundos fazem a diferença.

E se você melhorar um item dos citados acima, já terá uma melhora no seu tempo.

Depois, melhorando mais um item, terá uma melhora ainda maior na sua prova.

E assim por diante. Passo a passo. Um degrau de cada vez.

E, de repente, GOL!

Então, é claro que funciona! Mas depende de você se aplicar ou não.

 

Diferentes objetivos

 

É capaz que você já esteja correndo com tempos muito bons. Correndo provas excelentes!

Mas estou certa de que não acredita que chegou no seu melhor. Você sabe que ainda pode mais. Você quer mais.

E aí, você tem a chance de encurtar esse caminho e chegar lá mais rápido.

Ou ficar na sua zona de conforto e deixar rolar…

Só depende de você!

Da mesma forma que existem competidores que tem cavalos incríveis e correm tempos muito muito bons! Mas sabem que se fossem atletas mais preparados, seria ainda melhor.

Então, o gol desse competidor é vencer mais e mais.

Não importa. Na verdade os objetivos parecem diferentes, mas são os mesmos: correr dando o seu melhor.

 

Parte da minha história

 

Ouvi mais de uma pessoa me dizer que deveria trocar de cavalo.

Corri 18 alto e entrei na casa dos 19. Quase desisti, porque vinha de uma experiência de sucesso com um cavalo anterior.

Com esse novo cavalo, de início, pensei que se tratasse só de treinamento. Mudei, troquei de treinador. Melhorou, mas ainda não era o que eu desejava. Na verdade, não era o que eu acreditava ser possível.

Então, resolvi mudar de verdade. Entendi que eu deveria melhorar e preencher uma lacuna que faltava.

Caí para 18,0 em alguns dias.

Trabalhei mais a minha mente. Apaguei caminhos neurais indesejáveis e construí novos.

Mais alguns degraus na minha escalada.

Baixamos para 17.

O mesmo cavalo. O mesmo treinador. Mas passei a montá-lo com a razão, baseada no conhecimento a respeito dos cavalos e a sua movimentação. Sempre focada naquilo que deveria fazer.

Passei esse conhecimento a outros e todos tiveram resultados. Todos os que aplicaram.

Vou tirar um tempo para me preparar e preparar meu cavalo. Vou voltar para as pistas após um tempo onde fui obrigada a me afastar.

Por isso farei uma última turma de treinamento personalizado. Uma última oportunidade de transformar o tambor de mais alguns competidores. Essa é uma tarefa onde fico bastante presente. Me envolvo.

Parece um trocadilho bobo, mas é presente nos dois sentidos. Porque nas últimas turmas tive o prazer de ter pessoas muito queridas e muito (muito mesmo!) capazes. E agradeço muito por isso!

 

um abraço!

 

Claudia Ono

 

ps: Tem infográfico novo com mais dicas de presente para você. Clique aqui e baixe o seu!

Comments 2

  1. Silvana 24 de maio de 2018
    • tresgiros 27 de maio de 2018

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