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3 tambores e os grandes rodeios: como Lee Ann Rust chegou lá

O ano era 2011. A americana Lee Ann Rust de 59 anos conquista o título Rookie of the Year nos Estados Unidos, ou Revelação do Ano. Isso mesmo, uma novata!

2012, Rust se classifica pela primeira vez para as Finais Canadenses e para a National Finals Rodeo. Sonho de toda competidora de três tambores.

1957, aos 5 anos, Lee Ann Rust sabia o que seria quando crescesse: competidora de três tambores. E ela não estava errada. Formou-se farmacêutica, exerceu a profissão por 24 anos e foi atrás de seu sonho.

“You get what you expect out of yourself, so always expect the best.”

Lee Ann Rust

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Lee Ann Rust. Foto Mike Copeman Photography

E a coragem, veio de onde?

A certeza de que poderia dar certo veio com a habilidade de Harley, seu cavalo. Lee Ann Rust sabia que o potencial de Harley era grande e decidiu abraçar seu sonho na sela de seu amigo, como ela se refere a Harley. Cercou-se de bons profissionais para dar todas as condições necessárias a Harley; alimentação, cuidados veterinários, quiropraxia, tratamento dentário e exercícios adequados.

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Lee Ann Rust e Harley em 2011, Canadian Finals Rodeo. Foto Mike Copeman Photography

E o que a fez ir tão longe, a despeito de todos os prognósticos negativos aparentes?

A resposta vem direto de Lee Ann Rust: “You get what you expect out of yourself, so always expect the best.” (“Você é aquilo que espera de si mesmo, por isso sempre espere o melhor.”). Confiança, determinação, empenho. A crença de que tudo é possível. Ultrapassar barreiras sem olhar para o lado, sem se deixar abater pelas adversidades.

Ninguém chega a lugar algum acreditando que não pode. Os vencedores sempre acreditam ser possível. Se você quer chegar a algum lugar, imagine-se nele e trabalhe duro para chegar lá. Ninguém vence sonhando. É preciso agir. E a atitude tem que vir cercada de otimismo.

Lee Ann Rust, é pura inspiração. Não me canso de ler a seu respeito. Tanta força e determinação e um sorriso aberto, quase inocente. Como se o caminho dela fosse algo assim tão natural quanto caminhar. Porque a mente é que nos conduz. Acreditar nos dá um poder infinito para escolher para onde e o quão longe podemos ir.

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Comments 4

  1. Naiara Tavares 18 de janeiro de 2017
    • tresgiros 19 de janeiro de 2017
  2. tainah 3 de maio de 2017
    • tresgiros 4 de maio de 2017

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